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O que te deixo aqui, é apenas uma amostra do que te tenho escrito. Sempre que tenho um bocadinho sento-me a escrever-te, nem que seja no autocarro. Tenho dezenas de pedaços de papel com frases, ou com textos intermináveis que falam do que não te disse. (ou diria antes daquilo que não queres ouvir?)
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Tento todos os dias não pensar em ti, ou ocupar a minha cabeça com outra coisa que não tenha o teu nome.
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É difícil.
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Custa-me ouvir as miúdas perguntarem sempre por ti, é engraçado, não perguntam por pessoas mais próximas à família.
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Querem saber se também dormes na minha casa. Eu respondo que não, e vem-me à cabeça a tua imagem na minha cama.
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Dizem-me para te dar um beijinho. Tenho uma caixa cheia deles para te entregar.
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Não te quero maçar com as palavras, ou encher-te a cabeça com coisas que não te interessam minimamente, mas não tenho com quem falar sobre isto. Além disso guardei em silêncio durante muito tempo o que sentia por ti.
São 14:19 h. Acabaste de me enviar uma mensagem. O meu post do dia 6 confirma-se.
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