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Não tenho por hábito mentir-te.
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Não tenho saudades tuas, nem do teu abraço.
Não gostava de dormir aninhada a ti como se não houvesse amanhã.
Não gosto dos teus olhos, nem do teu sorriso.
Odeio o teu cabelo.
Detesto as tuas mãos.
Não acho graça às tuas piadas secas.
Não quero saber do teu joelho, nem se marcas muitos golos.
Gosto que te sintas triste.
E que faças a tua vida como se eu não existisse.
Deitei o teu perfume fora e já nem me lembro do cheiro que ele tem.
Fiz o mesmo com o bilhete que me escreveste e com a pulseira que me deste.
Nunca penso em ti.
Gosto de ver o banco ao lado do meu vazio, porque não te vejo lá e torna-se um alívio.
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Avida sem ti é perfeita.
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Não tenho por hábito mentir-te...minto-te hoje.
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Não tenho por hábito mentir-te.
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Não tenho saudades tuas, nem do teu abraço.
Não gostava de dormir aninhada a ti como se não houvesse amanhã.
Não gosto dos teus olhos, nem do teu sorriso.
Odeio o teu cabelo.
Detesto as tuas mãos.
Não acho graça às tuas piadas secas.
Não quero saber do teu joelho, nem se marcas muitos golos.
Gosto que te sintas triste.
E que faças a tua vida como se eu não existisse.
Deitei o teu perfume fora e já nem me lembro do cheiro que ele tem.
Fiz o mesmo com o bilhete que me escreveste e com a pulseira que me deste.
Nunca penso em ti.
Gosto de ver o banco ao lado do meu vazio, porque não te vejo lá e torna-se um alívio.
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Avida sem ti é perfeita.
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Não tenho por hábito mentir-te...minto-te hoje.
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