quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Passaram 26 dias. Eram 12:18. Sabes que única coisa que tinha na cabeça eras tu.
Hoje sinto que me puseste numa espécie de castigo pelo que fiz. Éramos (somos??) amigas e segundo as tuas palavras nós não temos segredos. Falo contigo e noto uma espécie de ironia ou indiferença em relação ao que digo. Não digas que são coisas minhas. É real e tu afastas-te a cada dia que passa. Como se o tempo que passei contigo não fosse nada. Como se eu fosse nada.
É-me mais fácil escrever do que falar. Perdoa-me os meus silêncios e as minhas ausências. Perdoa-me se te falhei. Se te desiludi. Recebe estas palavras que te escrevo, como um pedido de socorro para que não me faltes.
Posso voltar para a sombra de onde vim, para que não me vejas. Mas sabes que estou sempre lá.
E domingo vou estar na bancada, sempre lá, mesmo que não dês por mim.
O meu beijo para ti, AZUL

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